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Construído pela Prefeitura, a obra custou R$ 6 milhões, contando com a parceria da Petrobras, o TEATRO MUNICIPAL DIX-HUIT ROSADO MAIA, tem uma capacidade de acomodação de público de 740 lugares. Dispõe do que há de mais moderno em estrutura de teatro. Numa área construída de 2.570m2

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 




 


 

 

 

 

 

 




 


 

 

 

 

 

 




 


 

 

Área Construída: 2.570 m²
Área Coberta: 2.179 m²

Platéia:
740 lugares (600 cadeiras; 68 nos camarotes; 64 nas galerias;
08 lugares para portadores de deficiência física).

Tipo do Palco: Italiano

Tipos de eventos: Teatro dramático; Teatro de comédias; Recitais musicais, literários e dancistas; Dança folclórica; Balé clássico e contemporâneo;  Conferências e assembléias.

Estrutura:
Átrio
Bilheterias
Foyer
Bar/Café (02)
Sala de Apoio
Banheiros Públicos
Foyer Superior com lanchonete e banheiros
Platéia; camarotes e galerias.
Sala de ensaio
Cabine de Luz e Som
Caixa cênica: proscênio, palco e coxias.
Sala de piano
02 camarins individuais
02 camarins coletivos
Copa/Cozinha
Lavanderia
Rouparia
Sala de costura
Setor administrativo: recepção, secretaria e diretoria
Salas de eventos (02)
Doca de carga e descarga
Oficina de depósito e cenários
Casa de máquinas; casa de bombas; gerador e subestação

A idéia é fazer com que o Teatro Municipal Dix-huit Rosado seja um equipamento “vivo”, presente no cotidiano da população de Mossoró.

 


 

 

 

 

 

Mossoró tem um dos mais modernos ginásios poliesportivos do Norte-Nordeste. É o Ginásio Poliesportivo Dr. Pedro Ciarlini Neto.  
 

 

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A obra custou R$ 6,6 milhões construído na parceria da Prefeitura com a Secretaria Nacional de Esportes, do Ministério do Esporte e Turismo. Tem capacidade de acomodar um público de 4.200 pessoas. Serve para disputas de basquete, voleibol, handebol e futebol de salão. A área coberta será de 4.650m2 numa construção de 5.798m2 em terreno de 7.795m2de terreno.

Detalhes:

Instalações para imprensa: 4 cabinas com visão panorâmica

Quadra Poliesportiva: O piso da quadra polisportiva é flexível de assoalho de madeira, dotado do sistema de barrotamento flutuante, apoiado por amortecedores especiais de neoprene capazes de absorver e transmitir para o piso cerca de 64% do impacto sofrido pelo atleta em saltos e quedas.

Placar Eletrônico: Master plus, onde o nome da equipe pode ser registrado, possue também uma faixa eletrônica que reproduz informaões digitadas em seu controle, tais como outros jogos, anuncio publicitário e informações de utilidade pública. Dimensões 2,20 X 4,60 m.

 


O ginásio é composto por quatro (04) níveis com os seguintes ambientes:

Nível 0,00m
Saguão com expositor para troféus
Sala para promoção
04 bilheterias
02 vestiários masculinos
02 vestiários femininos
02 salas de aquecimento
Sala para segurança e bombeiro
Gabinete médico com sala para exames
Sala para juizes
Copa
Sanitário masculino para funcionários
Sanitário feminino para funcionárias
Depósito para material esportivo
Sala para gerador
Salão para alongamento, fisioterapia ou ginástica masculino
Salão para alongamento, fisioterapia ou ginásticafeminino
Sala de estar para atletas, professores ou intrutores.
Quadra polivalente
Palco com camarins
Arquibancadas

Nível 3,25 m
Mirante com mastros para bandeiras
Sala de controle de sonorização e iluminação
Passarela para público
08 bares
06 depósitos
03 sanitários femininos para público
03 sanitários masculinos para público
Arquibancadas
Local específico para deficientes físicos
Acesso às arquibancadas
Rampa de acesso as passarelas

Nível 6,40 m
Circulação
Sala de espera
Sala para administração com W.C. privativo
Departamento de esportes
Sala para reuniões com W.C privativo
04 Cabinas para imprensa
Arquibancadas

Nível 9,55 m
Auditório
Sanitário Masculino
Sanitário Feminino 

 

 

 

 

 

 

 

 

Endereço: Pça. Antônio Gomes, 514 - Centro
Fone: (0xx84)315-4778

Criado em 1948, e desde 1992 instalado no Centro Histórico Cultural Manoel Hemetério, prédio da antiga cadeia pública, possui preciosidades da cultura regional com acervo distribuído em galerias e seções.

O movimento abolicionista, o primeiro voto feminino na América do Sul, a resistência de Mossoró a Lampião têm registros em documentos e objetos da época. Há uma galeria de ex-presidentes da Intendência Municipal e de ex-prefeitos e outro com dirigentes da Assembléia de Deus, primeira denominação evangélica a instalar-se na cidade.

No salão principal, há uma pinacoteca de artistas locais. Nesse espaço se reúnem a Academia Mossoroense de Letras (AMOL), a Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço (SBEC), o Instituto Cultural do Oeste Potiguar (ICOP) e a Comissão Municipal do Folclore.

A seção de arqueologia indígena é a maior do Rio Grande do Norte. Sua importância é reconhecida, nacionalmente, em registro na Universidade Federal de Pernambuco. São também destaques peças de peixes fossilizados.  Conheça também o Museu do Petróleo, na Estação das Artes Eliseu Ventania.

 


 

 

 

 

 

 

O caminho da criação da Estação das Artes foi longo. Era a transformação da antiga Estação Ferroviária, lugar histórico, na Estação das Artes.

Com a Rede Ferroviária Federal, foi adquirido o imóvel. O projeto, garantindo a preservação arquitetônica do prédio, foi negociado com a Petrobras, parceira de todas as etapas de recuperação e ambientação do local. Em contra-partida a Petrobras foi contemplada com espaço para instalação do Museu do Petróleo.

HOMENAGEADO - A Estação das Artes leva o nome de um dos mais populares artistas de Mossoró e do Rio Grande do Norte: Elizeu Ventania. Compositor do lamento nordestino e do lirismo, Elizeu Ventania era violeiro dos maiores do seu gênero em todos os tempos. Falecido em 1997, Elizeu deixou sucessos e alguns discos gravados, com repercussão nacional. A homenagem partiu de projeto-de-lei do vereador Jório Nogueira, sancionado pela prefeita Rosalba Ciarlini.

A Estação das Artes, administrada pela Fundação de Cultura, abriga o que há de mais importante nas expressões culturais mossoroenses. A Estação homenageia filhos ilustres, batizando as salas com seus nomes. O Auditório Jornalista Dorian Jorge Freire é destinado a realização de palestras e seminários; a Biblioteca Prof. Vingt-un Rosado, a única do Estado com acervo somente de escritores norte-rio-grandenses; a Galeria de Artes Marieta Lima, espaço para exposições e vernissage e a Avenida Cultural Nestor Saboya, praça de grandes eventos. Além disso, o Museu do Petróleo mostra toda história do "ouro negro" no Rio Grande do Norte.

 



 

 

 

 

 

 

A Biblioteca Pública Municipal foi criada em 1948, pelo Decreto 04/58 do então prefeito Jerônimo Dix-sept Rosado Maia. Em 1996, também por decreto, recebeu o nome Ney Pontes Duarte, um benemérito da instituição.

A nova Biblioteca Municipal  com sede própria na Praça Dorian Jorge Freire, situada no antigo prédio da Escola Técnica de Comércio União Caixeiral, tombado para o patrimônio público municipal; há muito procura acompanhar os avanços contemporâneos e, assim sendo, através de novos métodos e técnicas que aos poucos vão surgindo, procura-se atender as necessidades mais urgentes dos nossos usuários no tocante às pesquisas, leituras, estudos, dentre outros.

Serviços Oferecidos
- Consulta Local
- Empréstimo Domiciliar
- Reserva de Livros
- Instruções de Uso da Biblioteca
- Levantamentos Bibliográficos
- Visitas Programadas
- Serviços de Extensão
- Serviços por Telefone

Acervo

  • Coleção Mossoroense: 13.126 exemplares aproximadamente.
  • Títulos (Coleção Mossoroense):  1. 980
  • Obras raras: 1. 076 exemplares
  • Títulos diversos: 20.000
  • Estimava geral de exemplares: 50.000 mil

 

REFERÊNCIAS:
- Dicionários, Enciclopédias, Índices, Bibliografias, Catálogos,
Coleção Didática, Almanaque Abril.
- Livros didáticos nos níveis fundamental, médio e superior.
- Jornais, Revistas, Boletins, Anuário, Coleção Norte-rio-grandense.
- Obras Raras, Catálogos e pesquisas no recinto
- Coleção Mossoroense

 

FILIAÇÃO - O freqüentador pode transformar-se em sócio-leitor, valendo o registro por um ano. Para filiar-se: 2 fotografias 3 x 4, carteira de identidade e comprovante de residência, através de contas de água e luz. (Clique aqui e confira as normas de utilização da Biblioteca)

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 



  

 

Prêmio iBEST 2008 - Vote Aqui!

Inauguração do Memorial da Resistência de Mossoró é dia 4

02 de junho de 2008

 

O dia era 13 de junho de 1927. A população de Mossoró, liderada pelo prefeito Rodolfo Fernandes, estava a postos para a batalha. Foi a grande luta para proteger a cidade do temido cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, que ameaçava invadir a cidade e saquear o comércio.

O final dessa história é conhecido. O povo mossoroense enfrentou e derrotou os invasores. Como se diz vulgarmente, botou Lampião pra correr. O cangaceiro ainda perdeu dois homens: Colchete, morto durante o combate, e Jararaca, que foi baleado e acabou preso. Dias depois, foi morto e sepultado no Cemitério São Sebastião.

Até hoje o feito da resistência é contado com orgulho pelos mossoroenses. Tanto que a cidade construiu um espaço próprio para homenagear aqueles heróis. Trata-se do Memorial da Resistência de Mossoró. Um projeto de R$ 2 milhões, que se tornou viável com recursos da arrecadação municipal, e que resgata todos os ângulos do feito de 1927.

A inauguração do Memorial da Resistência está confirmada para o próximo dia 4. O secretário municipal da Cidadania, Francisco Carlos Carvalho de Melo, explica que o espaço não vai se limitar a mostrar aspectos da resistência aos cangaceiros. A idéia é permitir que as pessoas façam uma viagem no tempo, para conhecer a Mossoró de 1927.

“Vamos detalhar a Mossoró que atraiu a cobiça dos cangaceiros em 1927. O Memorial vai mostrar os aspectos econômicos, sociais e culturais do município naquela época”, disse Francisco Carlos, acrescentando que a batalha também está destacada, além de um aprofundamento do cangaço como manifestação social.


O presidente da Fundação Municipal de Cultura, Antônio Gonzaga Chimbinho, explica que o Memorial, formado por um conglomerado de quatro prédios, enfoca “A Cidade”, “A Batalha”, “O Cangaço” e o outro prédio com espaço para exposições, mirante, café e loja de suvenirs.

No prédio A Cidade, mostra-se a evolução de Mossoró, com seus fatos históricos, por exemplo temas como a libertação dos escravos, cinco anos antes da assinatura da Lei Áurea, o primeiro voto feminino e a eleição da primeira prefeita e primeira deputada estadual. Nesse espaço também são retratados os festejos populares, com destaque na  Festa de Santa Luzia.

Grandes painéis ilustram o prédio A Batalha, em que se destacam aspectos da resistência dos mossoroenses ao bando de Lampião, com seus personagens e suas histórias. No prédio do Cangaço, a história desse movimento é contada em detalhes e ilustrada em painéis que destacam Lampião e seu bando.

Francisco Carlos chama a atenção para a grandiosidade e a qualidade dos painéis que ilustram o Memorial, e que foram produzidos pela empresa Paluana Comunicação, do Rio de Janeiro, especializada nesse tipo arte. A Paluana tem em sua lista de clientes instituições como o Ministério de Minas e Energia, a Petróleo Brasileiro S/A (PETROBRAS) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Toda a produção dos painéis, bem como a dos textos narrativos dos fatos históricos e a montagem do Memorial, foi acompanhada por uma comissão que reúne pesquisadores, historiadores, professores universitários e pessoas que se dedicam ao estudo e pesquisa da vida de Mossoró no tempo.

“O Memorial da Resistência de Mossoró é um projeto inovador e audacioso da prefeita Fafá Rosado. É muito mais que um monumento. É uma iniciativa de quem governa valorizando o nosso passado, para construir o futuro da nossa gente”, diz Francisco Carlos.  


 

 

 

 

 Eventos da Cidade

 

 Mossoro Cidade Junina

mossoro-cidade-junina De 4 a 28 de junho, em Mossoró, shows, quadrilhas, comidas típicas e muita diversão na 12ª edição do Mossoró Cidade Junina.

A cada ano, mais de um milhão de pessoas visitam a cidade no mês de junho, período em que o Mossoró Cidade Junina vai ganhando projeção regional, se tornando uma festa no porte dos grandes eventos realizados em Campina Grande (PB) e Caruaru (PE). No Mossoró Cidade Junina tem shows com grandes atrações nacionais, concurso de sanfoneiros, festival de violeiros, festival de humor, festival de quadrilhas, comidas regionais, Burro-táxi e muitas outras atrações regionais.

 

Na edição deste ano, o espaço do Cidade Junina foi ampliado pela Prefeitura Municipal, passando a ocupar a parte da Avenida Rio Branco que compreende o Corredor Cultural, no trecho entre a Praça da Criança e a Rua Coelho Neto. Como em anos anteriores, o palco central da festa será a Estação das Artes Elizeu Ventaria, onde está sendo montada a estrutura de shows, camarotes e quadrilhas juninas.

O presidente da Fundação de Cultura de Mossoró, Gonzaga Chimbinho, informou que estão confirmadas atrações de peso, como Aviões do Forró, Calcinha Preta, Saia Rodada, Forró Sacode, Forró dos Plays, Garota Safada, Calypso, Felipão e Forró Moral, Jorge de Altinho, Nando Cordel, Flávio José, entre outras. “São nomes que engrandecem o evento”, diz Gonzaga Chimbinho.

“Nesta 12ª edição do Mossoró Cidade Junina estamos decorando todo o corredor cultural, da Praça da Criança até a Praça de Esportes, passando pela Estação das Artes, palco central do Cidade Junina, onde se realizam os shows musicais e o concurso de quadrilhas, com decoração diferenciada”, destacou o presidente da Fundação de Cultura.

Chuva de Bala

Na parte cultural, o destaque é o espetáculo Chuva de Bala, que estréia no dia 12 de junho, no adro da Capela de São Vicente. Em comemoração à história dos mossoroenses e o bando de Lampião, o espetáculo é apresentado todos os anos. Trata-se da história de como os mossoroensses expulsaram o bando de Lampião, no dia 13 de junho de 1927. Esta superprodução é inteiramente encenada por artistas locais, que revivem a história, celebram a cultura potiguar e nordestina e mostram a resistência dos mossoroenses.

A montagem do Chuva de Bala para a edição 2008 ganha nova concepção, com 70 atores. O espetáculo é um dos diferenciais do Mossoró Cidade Junina, que combina tradição junina com teatro e outras manifestações culturais.

A Cidadela, cidade cenográfica montada na lateral da Capela de São Vicente, é outra atração do evento. Este espaço é oferecido como opção para as pessoas que preferem uma programação mais tradicional. Shows musicais e barracas com comidas típicas são destaques da Cidadela.

Outro grande atrativo do Mossoró Cidade Junina é o concurso de quadrilhas. Misto de tradição e modernidade culturais, o Festival de Quadrilhas Juninas de Mossoró é disputado em uma arena de 1.200 metros quadrados, que conta com arquibancadas para duas mil pessoas, além de dois camarotes para 30 pessoas, cada um. Anualmente, participam do festival cerca de 300 quadrilhas juninas de vários Estados do Nordeste e também das cidades do Rio de Janeiro e Brasília.

 Mais de 1,2 milhão pessoas participam este ano do “Mossoró Cidade Junina”, consolidado como uma das maiores festas juninas do país, agora no seu décimo ano consecutivo. A cidade muda a sua rotina no período de 8 de junho a 1º julho de 2006 e se transforma no palco do grande espetáculo “Chuva de Bala no País de Mossoró”, e de outras atrações.
São 48 mil metros quadrados de áreas para as festas, com vários palcos para os shows populares que envolvem grandes atrações nacionais e o autêntico forró pé de serra, quadrilhas estilizadas, barracas de comidas típicas, bares, restaurantes, lanchonetes e camarotes na área delimitada pela avenida Dix-neuf Rosado (ao Norte), rua Felipe Camarão (ao Sul), estendendo-se de Leste à Oeste na avenida Rio Branco.
Nesse trecho funcionarão 6 grandes palcos com coberturas, camarins, galpão, arqui-bancadas, torres, tendas e grades de isolamento, nas partes externa e interna da Estação das Artes Elizeu Ventania.É nessa estrutura que acontecerão cerca de 130 shows populares com 320 horas de espetáculos entre grandes, como os de Zezé de Carmo e Luciano, Calypso, Fagner, Nando Cordel, Elba Ramalho; médios como os de Solteirões, Calcinha Preta, Dorgival Dantas, Tropykália, Inala, e Gatinha Manhosa e, pequenos, como os de atrações locais como Xavier Araújo, Jatões do Forró, Nenêm do Baião entre muitos outros, valorizando assim o artista da terra. O Mossoró Cidade Junina apresentará 68 grupos musicais, oferecerá 84 apresentações itinerantes e muitas outras atrações.
Diante da previsão de que deverão assistir a essa verdadeira maratona de espetáculos, cerca de 1,2 milhão de pessoas, será montada uma estrutura de telões, em várias partes da Estação das Artes. A esse público, será oferecida infra-estrutura como 850 banheiros químicos.
Para funcionamento de toda estrutura do Mossoró Cidade Junina trabalham cerca de 1.400 pessoas, sendo costureiras, marceneiros, carpinteiros, pintores, auxiliares e profissionais de várias outras áreas. Atuarão também, aproximadamente 700 pequenos comerciantes entre barraqueiros e ambulantes, em toda extensão da Estação das Artes. Toda essa estrutura receberá a segurança de cerca de 200 integrantes das Polícias Militar, Civil, Rodoviária e de Trânsito, com apoio de 950 seguranças particulares contratados pela municipalidade para o serviço auxiliar.
Outra grande estrutura também será montada para a decoração da cidade, que compreende artérias como as avenidas Presidente Dutra, Lauro Monte, Rio Branco, Alberto Maranhão, Augusto Severo e vários outros trechos. São usados 380 metros de painéis cenográficos, apenas na Estação das Artes, e instalados mais de 500 balões em várias partes da cidade, com 78 mil metros de bandeirolas de malha, chita, 24 mil metros de TNT e 18 mil metros de plástico lisolene. Também serão instalados 11 pórticos, sendo 4 grandes nas imediações da Estação das Artes, 6 decorativos e um último na BR 304, saída para Natal.
CAMAROTE – Para quem busca o conforto dos camarotes para assistir aos grandes shows, o Mossoró Cidade Junina oferece duas opções. A primeira, é o lance de camarotes da Gondim Garcia Produções, com 20 unidades individuais e uma área coletiva, com capacidade para 1 mil pessoas. O outro camarote é o do Hotel Termas/Mossoró West Shopping, que terá espaço para 2 mil pessoas em um só ambiente.
CHUVA DE BALA – Um dos diferenciais do Mossoró Cidade Junina é a diversidade de atrações. Em 2006, o evento será composto por 30 sub-projetos como o Seminário de Cultura Popular, Burro Táxi, Forrocicleta, Circo do Forró, Cinema da Roça, Festa da Colheita, apenas para citar alguns.
Mas um dos principais sub-projetos do Mossoró cidade Junina é o espetáculo Chuva de Bala no País de Mossoró, que conta a história da resistência dos mossoroenses ao bando de Virgulino Ferreira, o Lampião, em 1927. O espetáculo será dirigido mais uma vez por João Marcelino, que contará com a participação de 55 atores mossoroenses. Entre as novidades desta edição está à participação de 30 homens do Tiro de Guerra 07-010 e 100 crianças do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). As apresentações do espetáculo acontecerão sempre de quinta à domingo a partir do dia 15 de junho.
CIDADELA – A cidade cenográfica denominada de Cidadela mais uma vez será montada na lateral da Capela de São Vicente. Este espaço é oferecido como opção para as pessoas que preferem uma programação mais tradicional. Neste ano a novidade é uma programação infantil que comecará nos fins de tarde, com o objetivo de resgatar brinquedos e brincadeiras populares. A MPB que é oferecida antes e depois de cada apresentação será diversificada com jazz, pagode e pop rock, diversificando cada vez mais essa salada de atrações que caracterizam o Mossoró Cidade Junina.
CONCURSO DE QUADRILHAS JUNINAS – Outra grande atração do Mossoró Cidade Junina é o Concurso de Quadrilhas Juninas. Um misto de tradição e modernidade culturais, o Festival de Quadrilhas Juninas é disputado em uma arena de 1.200 metros quadrados, que conta com arquibancadas para 2 mil pessoas, além de dois camarotes para 30 pessoas, cada um. Esse ano participarão do festival, cerca de 300 quadrilhas juninas de Estados como Rio de Janeiro, Brasília, Pernambuco, Ceará e entre outros. Serão 20 mil pessoas integrantes das quadrilhas.
O Festival de Quadrilhas juninas é disputado em quatro modalidades: Infantil, Escolar, Adulto e Terceira Idade. Os concursos Infantil, Escolar e Adulto são disputados nas ca-tegorias Matuto (tradicional) e Estilizado. A premiação total é de R$ 116.000,00. Para transformar Mossoró na Cidade Junina do Brasil, a Prefeitura Municipal orçou em cerca de R$ 2.009.000,00 de investimento, feito em parceria com a Caixa Econômica Federal, Bayer e Antártica.

 

 

 

Festa do auto da Liberdade

 

 

 

Um dos maiores espetáculos teatrais ao ar livre do mundo celebrando a Liberdade e coragem de um povo. O Auto da Liberdade é uma bela e merecida homenagem aos quatro grandes atos libertários da história de Mossoró. Mais de 400 pessoas encenam uma tragetória de resistência, conquistas e bravura em um palco de 4 níveis. Um show de luzes, cores e sons que encantam milhares de espectadores, contribuindo com um espetáculo inesquecível. Escrito em verso e prosa pelo poeta Crispiniano Neto, o Auto da Liberdade já foi montado por grandes diretores como Amir Haddad, Fernando Bicudo e Gabriel Vilella e Marcelo Flecha. Agora, em sua nona edição, o espetáculo tem, a direção de João Mercelino, levando o sonho do teatro até você. Encante-se com esse espetáculo que encena a história de orgulho e glória do povo mossoroense.


 

 

Um dos eventos mais tradicionais do calendário mossoroense, são lembrados os grandes feitos e ideais libertários da cidade. Na avenida Alberto Maranhão mais de dez mil pessoas fazem uma evolução lúdica, com figurinos e elegorias que representam a Mossoró de todas as liberdades. Instituído no ano de 1922 como um desfile de caráter cívico-militar, para inauguração do Obelísco da Praça da Independência e transformado, em 1998, em Cortejo Cultural, tornou-se uma das principais atrações da Festa da Liberdade.


 

O Seminário Novas Liberdades é um ciclo de palestras, debates, apresetações culturais e lançamentos de livros, por meio do qual realizamos uma reflexão sobre o significado de uma questão fundamental: o que é ser livre hoje?

Quem já consquistou e celebra através do Motim das Mulheres, Libertação dos Escravos, Resistência ao Bando de Lampião e do Voto Feminino, agora reflete, atualiza e amplia esses temas através da manifestação das idéias de políticos, gestores públicos, pesquisadores, professores e lunos do ensino superior, médio e fundamental, das redes públicas e privadas de ensino, sempre versando sobre liberdade de expressão, educação, cultura, etnias, sexualidade, gênero, emprego e renda, responsabilidade social, uso de indevido de álcool e consumo de drogas, inclusão digital, entre outros.

 

 

Feira do Bode:

 

 

 

Evento tem como novidades e estrutura ampliada

e em um recinto fechado, onde os participantes precisam pagar para entrar. A organização espera movimentar R$ 200 mil só com o leilão, e sua bilheteria será totalmente revertida para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae).

Disputas premiadas movimentam Festa do Bode

Um dos grandes diferenciais desta 7ª edição da Festa do Bode é a quantidade de disputas que estão sendo promovidas. Além da tradicional competição entre os criadores, o evento promove o Festival de Gastronomia, o Torneio Leiteiro e o Congresso de Repentistas Nordestinos, envolvendo uma premiação total de mais de R$ 20 mil.

Segundo o gerente da Agricultura, Gilberto Jales, o julgamento dos caprinos e ovinos é dividido por raça e valoriza bastante os animais vencedores, possibilitando, muitas vezes, a venda de alguns dos campeões. Mas a maioria dos criadores expõe pelo prestígio que a premiação dá aos animais. "Não é de praxe trazer para vender, só para julgar e valorizar o rebanho", explica.

O Festival de Gastronomia Caprina e Ovina, em sua 2ª edição, conta com a participação de 11 restaurantes mossoroenses, dos quais 4 estão instalados no Centro de Comercialização Armando Buá. Eles competem em duas categorias: Culinária Tradicional, com pratos já conhecidos, e Culinária Livre, com pratos inventados pelos chefs.

A disputa envolve R$ 3 mil em prêmios e impõe algumas condições aos estabelecimentos participantes, como estar instalado em Mossoró e disponibilizar pelo menos um prato à base de carne caprina ou ovina para seus clientes durante os dias da feira.

Na ocasião da inscrição, os restaurantes entregaram suas receitas lacradas e receberam uma numeração que serve para identificar os pratos diante da mesa julgadora. Gilberto Jales explica que essa medida não favorece qualquer competidor, pois os juízes não sabem de qual restaurante é o prato que estão degustando.

Os pratos serão julgados por representantes nomeados por algumas instituições participantes do evento, sob três quesitos principais: apresentação, sabor e criatividade, com notas de 5 a 10.

O Torneio Leiteiro deste ano traz como novidade a inclusão de uma categoria que julga apenas animais criados no território mossoroense. Além das categorias Mossoró e Aberta, o torneio julga o volume de produção dividindo as cabras em jovens (que tenham tido até duas crias) e adultas (3 ou mais crias).

A disputa é dividida em três ordenhas, com intervalo de 12 horas entre uma e outra. É considerada campeã a cabra com maior média de volume de leite produzido. Além das cabras, também são julgados os ordenhadores, avaliando a qualidade da ordenha de cada um deles. Ao todo, o Torneio Leiteiro distribui R$ 6 mil em prêmios.

A tradicional Festa do Bode e no Centro de Comercialização Armando Buá, com estrutura ampliada e programação diversificada. A feira realiza exposições de animais e de produtos artesanais, leilões, mostras competitivas como o Torneio Leiteiro e os festivais de Gastronomia e de Repentistas, além de shows musicais, em uma área de 65.000 m².

Segundo o gerente executivo da Agricultura, Abastecimento e Recursos Hídricos, Gilberto Jales, foram ampliados os espaços disponibilizados para todas as atividades do evento. "E não está maior porque não tem para onde ir", comenta.

 

 
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