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HISTÓRICO
 
Segundo alguns altores o nome Mossoró originou-se da palavra Monxoró - nome dos indios que habitavam aquelas terras; outros afirmam que a palavra vem de Mororó, nome de uma árvore, resistente e flexível.
 
Por volta de 1600 surgiram os primeiros sinais de brancos na região, influenciados pela existência de salinas na área. Em 1701, o governador de Pernambuco, D. Fernando Martins Mascarenhas , concedeu ao Convento do Carmo, em Recife, a posse das terras de Paneminha, Entrada, Amaro e Freire  - sítios até hoje pertencentes ao município de Mossoró.
 
Nos idos de 1760, o Sargento-Mor Antônio de Sousa Machado iniciava na Ilha das Oficinas, atual Porto Franco, em Grossos, a preparação da carne salgada e exportava para o Sul do País. Mais tarde, o Sargento-Mor proprietário do sítio Santa Luzia, mandou construir uma capela para a Santa, por cumprimento a uma promessa e em seguida,  foram edificadas  três ruas que deram início ao povoamento.  Ao redor da capela, surgiu a localidade denominada Santa Luzia. Até 1842, a capela pertenceu a freguesia de Apodi, quando através da Resolução n° 87, de 27 de outubro do mesmo ano, foi criada a freguesia de Mossoró. Pela Lei Provincial no 246, de 15 de março de 1852, o povoado foi elevado à categoria de município desmembrado de Assu. Alguns anos depois de sua emancipação política, Mossoró deu um grande exemplo de independência e liberdade, quando no dia 30 de setembro de 1883, cinco anos antes da Lei Áurea, por iniciativa própria, libertou para todos os escravos do município. Esta decisão histórica foi o resultado da ação desenvolvida pela Libertadora Mossoroense, sociedade formada pela alta sociedade da época.
 
Em 1927, novamente, Mossoró mostrou sua vocação para liberdade e coragem para luta. No momento em que o cangaceiro Lampião e seu bando decidiram invadir a cidade e foi surpreendido pelos mossoroense, que preparam um esquema de defesa, com trincheira montada na Igreja de São Vicente onde foi vencida a batalha.
 
 História de Mossoró


O Rio Grande do Norte não chegou a ser um Estado que dependesse da mão de obra escrava para o seu desenvolvimento.

"Concorda em que o trabalho do escravo não é necessário. No Rio Grande do Norte há poucos escravos, e quase toda a agricultura é feita por braços livres. Conhece muitos senhores de engenho que não têm senão quatro ou cinco escravos, entretanto que têm 20, 25 e 40 trabalhadores livres, e se não os têm em maior número, é pelo pequeno salário que lhes pagão. Disto se convenceu o orador quando ali foi presidente, porque em conseqüência de elevar o salário a 400 reis por dia, nunca lhe faltarão operários livres para trabalharem na estrada que teve de fazer".

1877 foi um ano terrível para os sertões nordestinos. A terra era devastada por uma aterrorizante seca que se estendeu até 1879. A população faminta abandonava seus lares em busca do litoral. Mossoró, Macau e Areia Branca, no Rio Grande do Norte, Aracati e Fortaleza, no Ceará, abrigaram grupos numerosos de flagelados. Mas não eram só os pobres que sofriam com a seca não. Os ricos fazendeiros, donos de escravos também sofriam. E para amenizar os prejuízos, esses fazendeiros mandavam para as cidades litorâneas seus escravos para serem vendidos, e Mossoró por ser uma das cidades onde o comércio mais florescia, recebia muitos escravos para esse fim. Desse modo era estabelecido na cidade o comércio dos escravos. Várias casas comerciais se especializaram nesse  tipo de mercadoria, entre elas a Mossoró & Cia de propriedade do Barão de Ibiapaba. Os escravos comprados em Mossoró eram remetidos para Fortaleza e, dali, para as províncias do sul. Talvez tenha sido esse tipo de comércio que tenha despertado o sentimento de piedade pelos cativos. A idéia de libertação começou no Ceará em 1881.

Em 6 de janeiro de 1883 é criada "A Sociedade Libertadora Mossoroense", cuja presidência provisória fica a cargo de Romualdo Lopes Galvão. Adere ao movimento os melhores elementos da terra. A diretoria definitiva fica formada por Joaquim Bezerra da Costa Mendes como presidente, Romualdo Lopes Galvão como vice-presidente, Frederico de Carvalho como primeiro secretário, o Dr. Paulo Leitão Loureiro de Albuquerque como orador. Nessa época, Mossoró contava apenas com 86 escravos. A 10 de junho alforria 40 desses escravos. A Sociedade Libertadora tinha um Código, com um único artigo e sem parágrafos, onde estava determinado que "todos os meios são lícitos a fim de que Mossoró liberte os seus escravos".

O dia 30 de setembro de 1883 foi a data designada para a liberação total dos escravos; e o objetivo foi alcançado. No dia 29 de setembro, o Presidente da Libertadora Mossoroense dirige a Câmara Municipal de Mossoró o seguinte Ofício:

A Sociedade Libertadora Mossoroense, por seu Presidente abaixo assinado, tem a honra de participar a V. Sªs que, amanhã, 30 de setembro, pela volta do meio-dia, terá lugar a proclamação solene de Liberdade em Mossoró. E, pois, cumpre-me o grato dever de convidar V. Sªs e seus respectivos colegas, representantes do Município, para que se dignem de tomar parte nessa festa patriótica que marcará o dia mais augusto da cidade e do município de Mossoró.

Sua Majestade, o Imperador, quando lhe comunicamos a próxima libertação do nosso território, foi servido de enviar a dizer-nos pelo Senhor Lafayette, Presidente do Conselho de Ministros, que nos agradecia. A libertação está feita e ninguém apagará da história a notícia do nosso nome. Os mossoroenses são dignos de ser olhados com admiração e respeito hoje e daqui a muito tempo, por cima dos séculos.

Deus guarde a V.Sªs Ilustríssimo Senhor Romualdo Lopes Galvão, digno Presidente da Câmara Municipal desta cidade de Mossoró.

Sala das Sessões da Sociedade Libertadora Mossoroense, 29 de setembro de mil oitocentos e oitenta e três".

Além dos abolicionistas, os salões da Câmara Municipal estavam lotados com familiares e grande massa da população.

O dia 30 de setembro passou a ser a grande data cívica da cidade. A Lei nº 30, de 13 de setembro de 1913, declara feriado o dia 30 de setembro que até os dias atuais é comemorado com muito entusiasmo pela cidade de Mossoró  MOTIM DAS MULHERES: 

Nada mais impopular era visto naquele momento em todo o país. A lei obrigava os jovens ao alistamento, colocando-os no caminho da guerra, quase sempre sem volta.

Mossoró estava atenta a tudo isso. Mas, o que chamou a atenção e distinguiu-se dos demais, foi mesmo o movimento das mães dos jovens, conhecido como o Motim das Mulheres.

Destemidas e determinadas, as mães de Mossoró triunfaram. Seus filhos ficaram sob seus olhares e proteção, distantes da guerra que sorvia vidas 

 

 
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